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Pareceres à obra "Ramatis, Sábio ou Pseudo-Sábio?" abril 12, 2009

Posted by arturf in Celso Martins, Dulcidio Dibo, Erasto Prestes, Hilda Fontoura Nami, Iso Jorge, Sergio Aleixo.
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Aqui transcrevemos alguns pareceres à obra de nossa autoria, a cujos autores agradecemos pela bondade e boa-vontade com que gentilmente expressaram suas abalisadas opiniões:

Celso Martins – Jornalista, professor de Biologia e Física, palestrante e escritor espírita com mais de 30 obras publicadas, foi prefaciador de “Ramatis, Sábio ou Pseudo-Sábio?”

“Vale a pena ser publicado. Tranquilamente – e bem documentado – você coloca tudo nos devidos lugares. Deve ser lançado para que o povo medite e tire as suas conclusões. (…) Eu acho o povo deva ser alertado, embora você, Artur, vá se indispor com os fanáticos. Mas meu pedido – publique já!” (Em carta datada de 08/05/1996)

“Um ensaio maduro. Uma análise desapaixonada e muito bem feita, pedindo-se a quem leia as obras do Espírito Ramatis apenas isto: reflexão serena, ponderação tranquila e fé racional, seguindo os exemplos e as recomendações de Kardec.” (Comentário presente na contracapa da obra)

Sérgio Fernandes Aleixo – Professor de Português e Literatura, expositor e escritor, atualmente presidente da Associação de Divulgadores do Espiritismo do Rio de Janeiro (ADE-RJ)

“Uma aplicação verdadeiramente prática, exemplificada, da metodologia kardeciana para lidar com o Além-túmulo, aferir o alcance das afirmações dos espíritos e o lugar destes na hierarquia espiritual. Na controvérsia respeitosa encetada pelo corajoso e competente autor, brilham as luzes da razão e do bom-senso, aquelas que também iluminaram a trilha vitoriosa de Kardec em seus inauditos diálogos com o Invisível.”

Dulcídio Dibo – Professor universitário, expositor e autor de diversas obras doutrinárias

“Parabéns pelo seu precioso livro. É um livro profundo em que analisa diversas obras que tratam sobre o problemático Ramatis. É em essência uma verdadeira tese sobre Ramatis. Podemos considerá-lo como literatura espírita chamada de “religiosidade de reflexão”, onde, em estudos profundos, procura esclarecer a indagação: “Ramatis, sábio ou pseudo-sábio?”. (…) Parabéns. Continue estudando a Doutrina Espírita em seu tríplice aspecto. Fuja do Misticismo Popular e do Cientificismo Vulgar que, infelizmente, atinge os que não conhecem a essência doutrinária.” (Em carta datada de 31/05/1996)

Hilda Fontoura Nami – Professora de Literatura, revisora e escritora

“Livro excelente, de tese muito bem elaborada. O autor deve ser incentivado a escrever mais. Sua linha de estudo é bem conduzida e seu desempenho é dos melhores, raro de ser encontrado.” (Comentário constante da contracapa do livro)

Erasto de Carvalho Prestes – Professor e escritor

“Levado por sua vocação de grande pesquisador, e, calcado nos ensinamentos colhidos nas obras da Codificação, Artur pôde produzir um trabalho realmente excelente de desmistificação, de desmascaramento, de separação do joio do trigo, colocando as coisas nos seus devidos lugares.(…) Nossa opinião, franca e sincera, é que alcançou plenamente esse objetivo.(…)” (Em carta datada de 26/03/1996)

Antônio Plinio da Silva AlvimFundador e dirigente (já desencarnado) da Sociedade Espírita Ramatis, na Tijuca, Rio de Janeiro

“É uma obra maravilhosa, acho-a oportuna para um livro.” (Em carta enviada em 27/01/1993, após ler um esboço do livro)

Iso Jorge Teixeira – Médico psiquiatra, professor, escritor e articulista espírita

“Se (…) quiser conhecer a relação (ou falta de relação) entre Espiritismo e Ramatisismo, que leia o livro do nosso confrade Artur Felipe de A. Ferreira, intitulado “Ramatis, Sábio ou Pseudo-Sábio?” – Editora EME (…)” (Em artigo publicado no site Terra)

Vitor Hugo S. da Silva – Professor, expositor e diretor da Cruzada Espírita Paulo de Tarso
“Um ponto fundamental da obra começa pelo título, em que interroga sem afirmar ou determinar coisa alguma, deixando o leitor livre para responder, concluir e ficar com a verdade que lhe convier. Contudo, à luz do Espiritismo, parâmetro fundamental para qualquer estudo de análise isenta e imparcial, deixa o leitor à vontade. As dissertações quanto às mensagens do espírito em foco (Ramatis) seguem uma sequência em que podemos verificar as incoerências e discrepâncias quanto à Doutrina Espírita. Concluindo, podemos destacar, ao estudioso sério, que determinados pontos defendidos por médiuns ou espíritos desencarnados devem ser criteriosamente colocados à luz da razão e do bom-senso, sempre.”

Comentários»

1. Francisco Amado - abril 21, 2009

Muito bom seu blog.
Isto é Doutrina Espírita.
Parabéns.


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